Eu já fiz essa pergunta olhando para a tela do celular, com o coração acelerado e a dignidade tentando ficar em pé. A mensagem era simples: “Podemos conversar?” Só isso. Duas palavras que pareciam abrir uma porta que eu tinha jurado trancar para sempre. Naquele momento, eu não queria ouvir conselhos prontos. Não queria que alguém dissesse “volta” ou “nunca mais”. Eu queria entender se a saudade que eu sentia era amor, carência, costume ou medo de seguir sem aquela pessoa. Po